"De facto, como devemos chamar o Irão?
- A terra histórica com monumentos e património históricos como Persépolis?
- A terra dos sonhos nas asas dos pás-saros da imaginação?
- A terra do deserto, do sol e do espelho?
- A terra de Ferdowosi, Sa’di, Hafiz, Rumi e Omar Khayam?
- O planalto aberto perante a água, a brisa e o deserto?
- O mundo de lendas verdes e de cultura?
- A terra baseada em oração, altar, e da Revolução Islâmica?
- Ou, como o chama o nosso querido poeta português, Adalberto Alves, o país das rosas?
Esta designação atribuída ao Irão é o efeito da inspiração que provocou a viagem do Poeta ao Irão. Decerto que a criação desta obra poética com as fascinantes aguarelas da pintora Isabel Ferreira da Silva e a valiosa tradução poética da mesma para persa da autoria de Sépideh Radfar conferiu uma tonalidade iraniana à obra, acrescentando ainda mais importância a esta notável produção literária. É um trabalho conjunto artístico que comprova o espírito de amizade e de afecto entre os dois países, Irão e Portugal, que comemoram, neste ano, o início dos 500 anos de Relações Bilaterais."
in "Prefácio" |